Para o ano de 2007 a AAHS realizou três testes físicos quadrimestrais, os níveis de aprovação foram relativamente altos, o protocolo realizado foi o de Shuttle run (Léger, 1976).
A cada bip, o avaliado deverá cruzar com um dos pés uma das duas linhas paralelas, ou seja, saindo de uma das linhas corre em direção a outra, cruzando esta com pelo menos um dos pés ao ouvir um “bip” e volta em sentido contrário.
Na gravação, ao término de um cada estágio é anunciado o número do estágio concluído.

A duração do teste depende da aptidão cardiorrespiratória de cada pessoa, sendo máximo e progressivo, menos intenso no início e se tornando mais intenso no final, perfazendo um total possível de 21 minutos (estágios), contudo para este fim avaliatório é necessário o cumprimento de oito (8) minutos (estágios) para árbitros em ascensão, sete (7) minutos (estágios) para árbitros regionais e oito (4) minutos (estágios) para secretários e cronometristas.

A cobrança em relação preparo físico do árbitro pela AAHS faz-se baseada na Federação Internacional de Handebol (2006, p.75): “os árbitros monitoram a conduta dos jogadores e dos oficiais de equipe do momento que eles entram nas imediações da quadra até que eles saiam”. Sabendo-se que um precário condicionamento cardiovascular implica num baixo nível de oxigenação cerebral, refletindo reações descoordenadas, lentidão de raciocínio, entre outras situações que prejudicaria o andamento da partida, então como esses árbitros farão cumprir a regra, se não estiverem bem condicionados?

Portanto, ainda que alguns questionem, resmunguem ou critiquem o teste físico obrigatório, essa é uma forma de buscar garantir um bom desempenho dos profissionais de seu quadro.

0 comentários:
Postar um comentário