Calouros fazem teste físico


Neste sábado, dia 26 de abril, aconteceu a segunda chamada do teste físico e para alguns membros da Associação foi a primeira vez que conhecia o teste de Léger 20m.


Alguns dos calouros de tão ansiosos imprimiram uma velocidade acima da recomendada no inicio do teste por não terem conhecimento do protocolo.



Parabéns a todos que fizeram o teste pela primeira vez!
Aos que passaram parabéns duplamente e aos que não passaram, não vamos esmaecer na primeira tentativa!

FIQUEM ATENTOS:
Segunda chamada do teste físico
dia 26/04 das 07h às 09h na quadra da piscina!


Os festejos juninos se aproximam, e mais uma vez gostaria de saber de vocês o interesse em fazer a festa de forró da arbitragem. Confraternizar, integrar os novos membros aos antigos, dançar forró, beber, brincar, esses sempre são os objetivos do forró da AAHS.

Aqui você encontra uma enquete sobre a participação ou não da festa!



Participe! Colabore! Opine!




Vem ai o forró da Associação de Árbitros de Handebol, se todos quiserem, claro!

P.s.: As fotos são do último forró realizado.

Abraços,

Washington Luiz Gusmão
Presidente AAHS


árbitros da AAHS atuam na Copa Bahia

Fabio Andrade, Carlos Rigaud, Washington Gusmão


A dupla de árbitros da AAHS, professor Fábio de Oliveira Andrade e professor Washington Luiz Gusmão, atuou na Copa Bahia de handebol que faz parte do calendário oficial da Federação Baiana de Handebol (FBHb) realizado em Feira de Santana no período de 04 a 06 de abril de 2008.

A dupla que já está junta a quase meia década, arbitraram no evento a convite da Federação Bahiana de Handebol através do convite do Diretor de Árbitros da FBHb, professor Romilson Tadeu e o aval do presidente da entidade o professor Carlos Alberto Veiga Rigaud.
Romilson e Fábio, ao fundo mesária baiana e Gusmão

Os árbitros que já haviam atuado no estado da Bahia, mas não tinham atuado em campeonatos de proporções regionais elogiaram a organização do evento baiano. "Espero que a nossa presença aqui tenha somado ainda mais para o resultado positivo do evento. E a experiência foi tão válida para nós que esperamos ser convidados mais vezes" afirma Washington Luiz Gusmão.

Duplas da AAHS são destaques em competições

Para o ano de 2007, várias duplas pertencentes ao quadro de arbitragem da AAHS destacaram-se no cenário profissional, seja em competições de nível nacional ou regional.

Em alguns casos, como o do professor Fábio Andrade de Oliveira (nacional B) e do professor Washington Luiz Gusmão (nacional A), a dupla mais graduada do quadro da AAHS, estar atuando fora do contexto sergipano representa aumentar o conhecimento e a vivência de situações diferenciadas da cultura esportiva local a qual estão acostumados, estas experiências funcionam como um incentivo a mais a busca do crescimento profissional, dando maior visibilidade a atuação e respaldo profissional."Ser escalado para uma competição é uma oportunidade de atualizar-se da regras nas situações de jogos confrontando as teorias com a realidade e quando conseguimos atingir nosso proposito, marca para nós como uma consolidação do trabalho" afirma Fábio. Os árbitros entre várias outras competições, atuaram com maestria na Taça Campina Grande de Handebol que aconteceu Junho de 2007, que também contou com a presenças de duplas da Bahia, Ceará, Alagoas.
Crescendo também profissionalmente, segue a dupla do Jornalista Marcos Augusto Borges Torres e do Roberto Ismerim do Sacramento que tornaram-se nacionais C em 2007. A dupla que já tinha uma vasta experiência como regionais, agora pertence ao quadro nacionais da CBHb, que no mesmo ano da promoção, atuaram na liga nordeste.
A AAHS continua o incentivo ao crescimento profissional. Outras duplas como a do professor Gleuber Paschoal Santana e do professor Paulo Roberto Passos Matos que vem mostrando altíssimo potencial e determinação para quem sabe ser uma dupla não só da CBHb, mas como também do quadro da IHF. A dupla rendeu elogios na Copa Guerreiros de alagoas onde mostram que podem atingir em pouco tempo as pretensões. "A dedicação ao handebol é total, ainda que ser profissional da arbitragem aqui no nordeste não permita dedicação exclusiva, já que não tem um retorno financeiro que permita que nos sustente à base desse trabalho, mas o retorno emocional é muito maior e isso nos compensa" relata Paulo.
E a AAHS continua ainda investindo na formação de novos árbitros, agora são as mulheres que pensam e galgar pelos campos da arbitragem profissional. Como afirma a aspirante a arbitro e professora Daniela Cristina Santos: "vou me dedicar a profissão, quero estudar, conhecer e aprender, sei que ainda tenho um longo caminho pela frente, mas vou me esforçar ao máximo".

Copa Assuly-Tex de Handebol












Em Aracaju, de 27 a 30 de setembro de 2007, foi realizada a I COPA ASULLY-TEX DE HANDEBOL, um evento organizado pela Associação de Árbitros de Handebol de Sergipe com o apoio da ASSULY-TEX, representado no evento na pessoa de Danilo.











Nesses 3 dias de competições equipes da capital e do interior inscritas, participaram mais de 400 atletas distribuídos pela categorias mirim com 7 equipes, 10 equipes da categoria infantil, 7 equipes da categoria cadete, 4 equipes da categoria juvenil e 4 equipes da categoria adulto. Sendo que para as categorias juvenil e adulto não houveram inscrições de equipes femininas.











Contando com alguns casos de atletas que
participavam de competições pela primeira vez e em outros, um retorno depois de muito tempo. E o propósito da competição era justamente esse, integrar atletas e valorizar a modalidade."O incentivo ao esporte é o primeiro passo para a divulgação dele. Ainda que venha como brincadeira ou como competição com premiação". Afirma Washington Luiz Gusmão, presidente da Associação de Árbitros de Handebol de Sergipe (AAHS), idealizador e organizador da competição.













A realização dessa copa não é só uma vitória para Associação de Árbitros de Handebol de Sergipe, e sim, uma vitória para o esporte sergipano e todos aqueles que gostam e praticam handebol pois ganha mais uma competição que deverá entrar pro calendário esportivo definitivamente.
E que em 2008 o evento possa mobilizar ainda mais o estado!

testes fisicos


Para o ano de 2007 a AAHS realizou três testes físicos quadrimestrais, os níveis de aprovação foram relativamente altos, o protocolo realizado foi o de Shuttle run (Léger, 1976).

O teste consiste em correr num ritmo cadenciado por uma gravação especialmente para este fim, devendo cobrir um espaço de 20 metros, delimitado entre duas linhas paralelas. A gravação emite bips, intervalados específicamente para cada estágio, iniciando numa velocidade de 8,5 km/h aumentando 0,5 km/h a cada estágio.

A cada bip, o avaliado deverá cruzar com um dos pés uma das duas linhas paralelas, ou seja, saindo de uma das linhas corre em direção a outra, cruzando esta com pelo menos um dos pés ao ouvir um “bip” e volta em sentido contrário.
Na gravação, ao término de um cada estágio é anunciado o número do estágio concluído.


A duração do teste depende da aptidão cardiorrespiratória de cada pessoa, sendo máximo e progressivo, menos intenso no início e se tornando mais intenso no final, perfazendo um total possível de 21 minutos (estágios), contudo para este fim avaliatório é necessário o cumprimento de oito (8) minutos (estágios) para árbitros em ascensão, sete (7) minutos (estágios) para árbitros regionais e oito (4) minutos (estágios) para secretários e cronometristas.
A cobrança em relação preparo físico do árbitro pela AAHS faz-se baseada na Federação Internacional de Handebol (2006, p.75): “os árbitros monitoram a conduta dos jogadores e dos oficiais de equipe do momento que eles entram nas imediações da quadra até que eles saiam”. Sabendo-se que um precário condicionamento cardiovascular implica num baixo nível de oxigenação cerebral, refletindo reações descoordenadas, lentidão de raciocínio, entre outras situações que prejudicaria o andamento da partida, então como esses árbitros farão cumprir a regra, se não estiverem bem condicionados?

Portanto, ainda que alguns questionem, resmunguem ou critiquem o teste físico obrigatório, essa é uma forma de buscar garantir um bom desempenho dos profissionais de seu quadro.